O desinteresse dos espanhóis permitiu que os ingleses se apossassem das ilhas. Em 1629 o rei da Inglaterra, Carlos I, nomeou Sir Robert Heath como governador-geral das Bahamas. Teve de esperar, porém, até 1647 para que um grupo de dissidentes religiosos, os aventureiros eleutérios, vindos das Bermudas, empreendessem a colonização de uma ilha a que deram o nome de Eleuthera. O intento não prosperou, mas no ano de 1656 outros colonos, também provenientes das Bermudas, se instalaram em Nova Providência.
Em 1670, o rei Carlos II entregou as Bahamas a seis lordes ingleses, latifundiários de Carolina do Sul, que se responsabilizaram pela colonização e governo das ilhas. Os novos proprietários, porém, se desinteressaram de sua missão e as ilhas se transformaram em um refúgio de piratas. A coroa britânica recuperou o arquipélago em 1717 e um ano depois enviou como governador Woodes Rogers, que em pouco tempo restabeleceu a autoridade real, promovendo o comércio e acabando com a pirataria.
Em 1776, a armada americana ocupou as Bahamas durante alguns dias e em 1872 os espanhóis se apossaram do arquipélago até o ano seguinte, quando o Reino Unido o recuperou em virtude dos acordos de paz de Versalhes.
Acabada a guerra da independência americana, um grande número de colonos leais à autoridade britânica emigrou para as Bahamas com numerosos escravos. Em 1841, conseguiram aumentar a autonomia com relação à metrópole mediante a criação de um conselho legislativo. As dificuldades econômicas terminaram graças ao contrabando de bebidas efetuado durante a guerra civil americana, na época da lei-seca nos Estados Unidos, entre 1920 e 1933.
Em 1940, o Reino Unido arrendou aos Estados Unidos uma base militar na ilha de Mayaguana.
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