Na segunda metade do século XIX começou o desenvolvimento da Áustria contemporânea, que se acelerou depois da segunda guerra mundial. Em 1945 a economia experimentara intenso retrocesso e a produção industrial situava-se muito abaixo dos níveis alcançados antes do conflito, mas estes chegaram a triplicar nas três décadas seguintes. Para essa arrancada, a Áustria contava basicamente com importantes jazidas de diversos minerais.
Agropecuária:
Aproximadamente 45% do território austríaco é apropriado à produção de alimentos. Como decorrência dos programas de modernização agrícola iniciados depois da guerra, obtiveram-se grandes melhoras no rendimento da terra e implantou-se em toda parte uma agricultura de caráter intensivo. A pequena propriedade prevalece, embora existam grandes unidades de exploração florestal.
Boa parte das planícies cultiváveis é dedicada à pecuária.
Fontes de energia e mineração. A Áustria conta com excelentes jazidas de ferro na Estíria e na Caríntia, além de reservas menores de chumbo, zinco, linhito e sal. É o maior produtor mundial de magnesita, cuja exploração se concentra na Caríntia.
Graças a seu relevo e hidrografia, o país é um dos principais produtores europeus de energia elétrica, parte da qual se exporta para a Alemanha, República Tcheca e Itália. Mas importa petróleo, pois sua produção é bem menor que o consumo.
Indústria: Os esteios da economia austríaca são os setores da indústria e comércio. A notável produção de ferro e aço não exclui a importação do primeiro, pois os recursos internos, apesar de representativos, não se mostram suficientes. Ocupam também lugar de relevo as indústrias de transformação do alumínio, de petroquímica, material de transportes, maquinaria, automóveis e outros bens de consumo. A indústria têxtil, tradicionalmente importante, teve seu crescimento renovado depois da segunda guerra mundial.
Comércio e comunicações:
A balança comercial da Áustria mantém-se negativa e o déficit é em parte compensado com a receita proveniente do turismo. Os principais fornecedores e clientes são a Alemanha e a Suíça, seguidos pelo conjunto da Comunidade Econômica Européia e pelos países que antes integravam a União Soviética. A situação estratégica do país converte-o em núcleo fundamental das relações entre o leste e o oeste da Europa, função que preenche com eficiência graças a uma densa rede de comunicações, tanto por rodovia como por estrada de ferro. Pelo Danúbio também se transportam passageiros e mercadorias entre a Alemanha e o mar Negro.
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